domingo, 13 de julho de 2008

Sentido da vida

“Depois de dormir durante 100 milhões de séculos, abrimos finalmente os olhos para ver um planeta suntuoso, brilhando em cores, rico em vida. Em questão de décadas, devemos fechar novamente os olhos. Não é um modo nobre e esclarecido de passar o nosso breve tempo ao sol, trabalhando para compreender o universo e o modo como viemos a acordar em seu meio? Essa é a resposta que dou, quando me perguntam – o que acontece surpreendentemente muitas vezes – por que me dou ao trabalho de me levantar de manhã. Vendo por outro prisma, não é triste ver alguém ir para o túmulo sem nunca ter se perguntado por que nasceu? Quem, com esse pensamento, não pularia da cama, ansioso por continuar a descobrir o mundo e sentir o prazer de fazer parte do universo?”

(Desvendando o arco-íris – p.23)

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